Publicado em 25/08/2025 às 09h21 • 2 min de leitura
Atualizado em 25/08/2025 às 14h29 - há 5 meses
A investigação sobre a morte de Gabriel Lincoln Pereira da Silva, de 16 anos, ocorrida em 3 de maio de 2025, em Palmeira dos Índios, confirmou a versão sustentada pela família desde o início: o adolescente não estava armado quando foi baleado durante uma perseguição policial.
O inquérito, conduzido pela Unidade de Homicídios da 5ª Região com apoio da Polícia Científica, concluiu que três policiais militares tentaram simular um cenário de legítima defesa ao apresentar um revólver calibre .38 como se fosse de Gabriel.
Os exames de DNA realizados na arma mostraram que não havia qualquer vestígio genético do jovem. A perícia balística também atestou que o revólver estava em pleno funcionamento, mas não apresentava sinais de uso por Gabriel.
Diante das provas, a Polícia Civil encaminhará o caso ao Ministério Público de Alagoas (MPAL), responsável por decidir sobre a denúncia contra os militares envolvidos.
A conclusão da investigação reforça a narrativa da família e reacende o debate sobre abusos policiais, manipulação de provas e a responsabilização de agentes de segurança.
A investigação sobre a morte de Gabriel Lincoln Pereira da Silva, de 16 anos, ocorrida em 3 de maio de 2025, em Palmeira dos Índios, confirmou a versão sustentada pela família desde o início: o adolescente não estava armado quando foi baleado durante uma perseguição policial.
O inquérito, conduzido pela Unidade de Homicídios da 5ª Região com apoio da Polícia Científica, concluiu que três policiais militares tentaram simular um cenário de legítima defesa ao apresentar um revólver calibre .38 como se fosse de Gabriel.
Os exames de DNA realizados na arma mostraram que não havia qualquer vestígio genético do jovem. A perícia balística também atestou que o revólver estava em pleno funcionamento, mas não apresentava sinais de uso por Gabriel.
Diante das provas, a Polícia Civil encaminhará o caso ao Ministério Público de Alagoas (MPAL), responsável por decidir sobre a denúncia contra os militares envolvidos.
A conclusão da investigação reforça a narrativa da família e reacende o debate sobre abusos policiais, manipulação de provas e a responsabilização de agentes de segurança.