Publicado em 08/09/2025 às 14h49 • 2 min de leitura
Atualizado em 08/09/2025 às 14h50 - há 5 meses
Um homem de 34 anos foi preso em flagrante neste sábado (6) em Maceió, após aplicar golpes utilizando comprovantes falsos de PIX. A prisão ocorreu durante a Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit), após denúncia de uma empresa vítima do esquema.
Segundo a empresa, desde o dia 1º de setembro de 2025 o suspeito entrava em contato pelo WhatsApp para realizar pedidos e, após receber o cupom fiscal, enviava comprovantes adulterados que aparentavam corresponder ao valor da compra. No entanto, o extrato bancário registrava sempre apenas R$0,01.
Grande parte das transações era registrada em nome da mãe do suspeito. Ainda de acordo com as informações, ele cumpre medidas cautelares, faz uso de tornozeleira eletrônica e responde por crime previsto na Lei Maria da Penha.
No dia 4 de setembro, a empresa identificou a fraude e registrou boletim de ocorrência após notar divergência entre os comprovantes e os valores creditados. No sábado, o suspeito teria feito novo pedido no valor de R$84,52 e, às 11h16, enviou um comprovante com o montante integral, mas o extrato novamente mostrava apenas R$0,01.
O gerente da empresa acompanhou o motoboy até o endereço informado, mas a residência não pertencia ao acusado. O morador relatou que entregadores já haviam ido diversas vezes ao local para entregar mercadorias destinadas ao suspeito.
Com essas informações, a guarnição policial localizou o endereço correto, realizou a abordagem e efetuou a prisão em flagrante. O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.
Um homem de 34 anos foi preso em flagrante neste sábado (6) em Maceió, após aplicar golpes utilizando comprovantes falsos de PIX. A prisão ocorreu durante a Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit), após denúncia de uma empresa vítima do esquema.
Segundo a empresa, desde o dia 1º de setembro de 2025 o suspeito entrava em contato pelo WhatsApp para realizar pedidos e, após receber o cupom fiscal, enviava comprovantes adulterados que aparentavam corresponder ao valor da compra. No entanto, o extrato bancário registrava sempre apenas R$0,01.
Grande parte das transações era registrada em nome da mãe do suspeito. Ainda de acordo com as informações, ele cumpre medidas cautelares, faz uso de tornozeleira eletrônica e responde por crime previsto na Lei Maria da Penha.
No dia 4 de setembro, a empresa identificou a fraude e registrou boletim de ocorrência após notar divergência entre os comprovantes e os valores creditados. No sábado, o suspeito teria feito novo pedido no valor de R$84,52 e, às 11h16, enviou um comprovante com o montante integral, mas o extrato novamente mostrava apenas R$0,01.
O gerente da empresa acompanhou o motoboy até o endereço informado, mas a residência não pertencia ao acusado. O morador relatou que entregadores já haviam ido diversas vezes ao local para entregar mercadorias destinadas ao suspeito.
Com essas informações, a guarnição policial localizou o endereço correto, realizou a abordagem e efetuou a prisão em flagrante. O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.