Publicado em 27/09/2025 às 21h29 • 2 min de leitura
Atualizado em 27/09/2025 às 23h33 - há 4 meses
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (26) que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 será aplicada nas contas de energia durante o mês de outubro. Em Palmeira dos Índios, os moradores vão sentir o impacto direto, com acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
A mudança representa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando vigorou a bandeira vermelha patamar 2, mais cara para os consumidores. Segundo a Aneel, a decisão foi necessária devido ao baixo volume de chuvas registrado no país, que reduziu os níveis dos reservatórios das hidrelétricas e levou ao acionamento de usinas termelétricas, cuja produção é mais cara.
A agência também explicou que a energia solar, por ser intermitente, não garante abastecimento contínuo ao sistema elétrico. Por isso, o acionamento das termelétricas torna-se essencial em períodos de maior demanda, principalmente no horário de ponta, quando o consumo aumenta e não há iluminação solar.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar os custos variáveis da geração de energia elétrica. Ele funciona de forma simples: quando a bandeira é verde, não há acréscimo na conta. Já nas bandeiras amarela e vermelha, os consumidores pagam valores adicionais a cada 100 kWh consumidos, refletindo o custo real da produção de energia no país.
Em outubro, portanto, os palmeirenses precisarão se preparar para o impacto da bandeira vermelha 1 na conta de luz. Embora o custo adicional permaneça, a medida já significa uma leve redução frente ao patamar mais caro que vigorou nos dois meses anteriores.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (26) que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 será aplicada nas contas de energia durante o mês de outubro. Em Palmeira dos Índios, os moradores vão sentir o impacto direto, com acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
A mudança representa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando vigorou a bandeira vermelha patamar 2, mais cara para os consumidores. Segundo a Aneel, a decisão foi necessária devido ao baixo volume de chuvas registrado no país, que reduziu os níveis dos reservatórios das hidrelétricas e levou ao acionamento de usinas termelétricas, cuja produção é mais cara.
A agência também explicou que a energia solar, por ser intermitente, não garante abastecimento contínuo ao sistema elétrico. Por isso, o acionamento das termelétricas torna-se essencial em períodos de maior demanda, principalmente no horário de ponta, quando o consumo aumenta e não há iluminação solar.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar os custos variáveis da geração de energia elétrica. Ele funciona de forma simples: quando a bandeira é verde, não há acréscimo na conta. Já nas bandeiras amarela e vermelha, os consumidores pagam valores adicionais a cada 100 kWh consumidos, refletindo o custo real da produção de energia no país.
Em outubro, portanto, os palmeirenses precisarão se preparar para o impacto da bandeira vermelha 1 na conta de luz. Embora o custo adicional permaneça, a medida já significa uma leve redução frente ao patamar mais caro que vigorou nos dois meses anteriores.