Publicado em 10/09/2025 às 02h00 • 2 min de leitura
Moradores da comunidade Serra da Boa Vista, na zona rural de Palmeira dos Índios, relatam preocupação com supostas ações da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), que estariam questionando a posse de terras de pequenos agricultores da região.
Na última terça-feira (9), uma assembleia realizada na associação comunitária reuniu dezenas de moradores e lideranças locais. O evento contou com a presença do advogado Adeilson Bezerra, presidente estadual do partido Solidariedade, que atua contra o marco temporal e declarou apoio à comunidade.
Participaram ainda o vereador Lúcio Carlos Medeiro, morador da região, e os secretários municipais de Agricultura, Cícero, e de Desenvolvimento Econômico, Júlio Permínio, representando a prefeita Luiza Julia, que não pôde comparecer.
Segundo os moradores, representantes da FUNAI têm visitado as propriedades regularmente, solicitando acesso, avaliando benfeitorias e afirmando que as terras poderiam ser indígenas. Documentos são frequentemente exigidos, gerando preocupação entre as famílias.
“Vivemos aqui há gerações, trabalhamos a terra e criamos nossos filhos, e agora enfrentamos essa situação de incerteza”, disse um agricultor durante a assembleia.
A situação ganhou atenção após decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), em que o ministro Gilmar Mendes suspendeu pontos do marco temporal, aumentando as incertezas sobre processos de demarcação em andamento. Para a comunidade, a decisão tem sido interpretada como justificativa para a presença da FUNAI.
A comunidade afirma que continuará mobilizada, contando com o apoio de advogados, lideranças políticas e autoridades municipais, para acompanhar e esclarecer qualquer questão relacionada às suas propriedades.
Crédito: Matéria baseada em informações do Instagram do Portal GR1 com adaptação da nossa equipe.
Moradores da comunidade Serra da Boa Vista, na zona rural de Palmeira dos Índios, relatam preocupação com supostas ações da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), que estariam questionando a posse de terras de pequenos agricultores da região.
Na última terça-feira (9), uma assembleia realizada na associação comunitária reuniu dezenas de moradores e lideranças locais. O evento contou com a presença do advogado Adeilson Bezerra, presidente estadual do partido Solidariedade, que atua contra o marco temporal e declarou apoio à comunidade.
Participaram ainda o vereador Lúcio Carlos Medeiro, morador da região, e os secretários municipais de Agricultura, Cícero, e de Desenvolvimento Econômico, Júlio Permínio, representando a prefeita Luiza Julia, que não pôde comparecer.
Segundo os moradores, representantes da FUNAI têm visitado as propriedades regularmente, solicitando acesso, avaliando benfeitorias e afirmando que as terras poderiam ser indígenas. Documentos são frequentemente exigidos, gerando preocupação entre as famílias.
“Vivemos aqui há gerações, trabalhamos a terra e criamos nossos filhos, e agora enfrentamos essa situação de incerteza”, disse um agricultor durante a assembleia.
A situação ganhou atenção após decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), em que o ministro Gilmar Mendes suspendeu pontos do marco temporal, aumentando as incertezas sobre processos de demarcação em andamento. Para a comunidade, a decisão tem sido interpretada como justificativa para a presença da FUNAI.
A comunidade afirma que continuará mobilizada, contando com o apoio de advogados, lideranças políticas e autoridades municipais, para acompanhar e esclarecer qualquer questão relacionada às suas propriedades.
Crédito: Matéria baseada em informações do Instagram do Portal GR1 com adaptação da nossa equipe.