Publicado em 29/08/2025 às 09h04 • 2 min de leitura
Palmeira dos Índios enfrentou um final de tarde de caos nesta quinta-feira (28) após um apagão que atingiu todos os bairros da cidade. O fornecimento de energia elétrica foi interrompido às 16h20 e só foi restabelecido por volta das 19h10, deixando moradores, comerciantes e serviços públicos em dificuldade.
Durante o período sem energia, repartições públicas suspenderam atividades e o trânsito foi prejudicado em alguns pontos, já que os semáforos pararam de funcionar. A ausência de explicações por parte da Equatorial Energia, responsável pela distribuição no município, aumentou a insatisfação da população, que cobra da empresa transparência e medidas efetivas para evitar novas falhas.
O comércio local também sentiu os efeitos imediatos do apagão. No setor alimentício, comerciantes relataram risco de perda de mercadorias que dependem de refrigeração. Em unidades de saúde, parte dos atendimentos foi prejudicada, e alguns equipamentos funcionaram apenas graças a geradores de energia.
Até a noite desta quinta-feira, a Equatorial Energia não havia divulgado as causas da interrupção no fornecimento. A demora nas explicações aumentou a pressão de moradores e comerciantes, que exigem mais investimentos e um plano para evitar novos apagões na cidade.
Palmeira dos Índios enfrentou um final de tarde de caos nesta quinta-feira (28) após um apagão que atingiu todos os bairros da cidade. O fornecimento de energia elétrica foi interrompido às 16h20 e só foi restabelecido por volta das 19h10, deixando moradores, comerciantes e serviços públicos em dificuldade.
Durante o período sem energia, repartições públicas suspenderam atividades e o trânsito foi prejudicado em alguns pontos, já que os semáforos pararam de funcionar. A ausência de explicações por parte da Equatorial Energia, responsável pela distribuição no município, aumentou a insatisfação da população, que cobra da empresa transparência e medidas efetivas para evitar novas falhas.
O comércio local também sentiu os efeitos imediatos do apagão. No setor alimentício, comerciantes relataram risco de perda de mercadorias que dependem de refrigeração. Em unidades de saúde, parte dos atendimentos foi prejudicada, e alguns equipamentos funcionaram apenas graças a geradores de energia.
Até a noite desta quinta-feira, a Equatorial Energia não havia divulgado as causas da interrupção no fornecimento. A demora nas explicações aumentou a pressão de moradores e comerciantes, que exigem mais investimentos e um plano para evitar novos apagões na cidade.