Publicado em 28/08/2025 às 07h50 • 2 min de leitura
A violência doméstica segue em alta em Palmeira dos Índios e expõe a vulnerabilidade de centenas de mulheres. Segundo levantamento da Patrulha Municipal Maria da Penha (PMMP) e da Guarda Civil Municipal (GCM), 344 mulheres já precisaram de acompanhamento no município. Desse total, 190 estão ativas, recebendo visitas periódicas das equipes, enquanto 154 tiveram as medidas protetivas encerradas.
Somente em 2025, 81 novos encaminhamentos já foram feitos pelo Juizado Especial Cível e Criminal e de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Esses pedidos envolvem tanto novas concessões de medidas protetivas quanto renovações de casos anteriores.
Denúncias crescem, mas problema persiste
De acordo com a GCM, há variação na quantidade de encaminhamentos ao longo do ano, mas a demanda permanece alta. As notificações chegam não só das próprias vítimas, mas também de familiares e vizinhos — o que reforça a necessidade de ampliar a rede de proteção e incentivar a denúncia.
Especialistas lembram que, apesar do discurso oficial de autoridades locais, a realidade mostra que a violência doméstica continua um desafio grave, exigindo políticas públicas consistentes e monitoramento constante para não deixar as vítimas desamparadas.
Agosto Lilás e as ações de conscientização
Durante o Agosto Lilás, campanhas de conscientização foram realizadas no município, reforçando a importância da denúncia e a responsabilização dos agressores. No entanto, os números revelam que apenas a mobilização em datas específicas não é suficiente para conter o avanço da violência.
Reflexão necessária
Os dados de Palmeira dos Índios mostram que cada caso registrado representa uma vida em risco e um ciclo de agressão que precisa ser interrompido. Enquanto os números crescerem, será preciso questionar se as ações no município realmente enfrentam o problema na raiz ou se apenas tentam remediar uma situação já crítica.
A violência doméstica segue em alta em Palmeira dos Índios e expõe a vulnerabilidade de centenas de mulheres. Segundo levantamento da Patrulha Municipal Maria da Penha (PMMP) e da Guarda Civil Municipal (GCM), 344 mulheres já precisaram de acompanhamento no município. Desse total, 190 estão ativas, recebendo visitas periódicas das equipes, enquanto 154 tiveram as medidas protetivas encerradas.
Somente em 2025, 81 novos encaminhamentos já foram feitos pelo Juizado Especial Cível e Criminal e de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Esses pedidos envolvem tanto novas concessões de medidas protetivas quanto renovações de casos anteriores.
Denúncias crescem, mas problema persiste
De acordo com a GCM, há variação na quantidade de encaminhamentos ao longo do ano, mas a demanda permanece alta. As notificações chegam não só das próprias vítimas, mas também de familiares e vizinhos — o que reforça a necessidade de ampliar a rede de proteção e incentivar a denúncia.
Especialistas lembram que, apesar do discurso oficial de autoridades locais, a realidade mostra que a violência doméstica continua um desafio grave, exigindo políticas públicas consistentes e monitoramento constante para não deixar as vítimas desamparadas.
Agosto Lilás e as ações de conscientização
Durante o Agosto Lilás, campanhas de conscientização foram realizadas no município, reforçando a importância da denúncia e a responsabilização dos agressores. No entanto, os números revelam que apenas a mobilização em datas específicas não é suficiente para conter o avanço da violência.
Reflexão necessária
Os dados de Palmeira dos Índios mostram que cada caso registrado representa uma vida em risco e um ciclo de agressão que precisa ser interrompido. Enquanto os números crescerem, será preciso questionar se as ações no município realmente enfrentam o problema na raiz ou se apenas tentam remediar uma situação já crítica.