Publicado em 19/08/2025 às 11h00 • 2 min de leitura
Atualizado em 19/08/2025 às 11h15 - há 5 meses
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), por meio da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), deflagrou nesta segunda-feira (19) a Operação “Falso Consignado”, que resultou no desmantelamento de uma quadrilha especializada em fraudar empréstimos consignados na capital alagoana.
De acordo com as investigações, os criminosos usavam documentos falsificados para contratar empréstimos em nome de aposentados, esgotando a margem de crédito das vítimas. O grupo tinha como alvo principal idosos e chegou a movimentar valores milionários.
Na ação, foram cumpridos 15 mandados de busca em diversos bairros de Maceió, como Cidade Universitária, Santa Lúcia, São Jorge, Jacintinho e Feitosa. A polícia também prendeu preventivamente o líder da organização criminosa, que já estava detido no Presídio de Segurança Máxima por homicídio qualificado. Ele agora responde também por estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
As investigações apontam que o grupo operava de maneira hierárquica, com setores responsáveis por falsificação de documentos, captação de laranjas e criação de empresas de fachada. O dinheiro obtido era transferido rapidamente para diversas contas até chegar ao chefe ou a pessoas de sua confiança. Apenas em uma instituição financeira, o prejuízo identificado superou R$ 500 mil. No total, estima-se que os valores desviados ultrapassem R$ 8 milhões em menos de dois anos.
O líder do esquema já havia sido preso pela Polícia Federal por fraudes previdenciárias e, mesmo detido, conseguiu reorganizar a atuação do grupo. Parte dos investigados possui histórico de crimes semelhantes.
Além das fraudes financeiras, a polícia descobriu que a quadrilha também encomendava homicídios. Um dos casos investigados é o assassinato de uma mulher usada como laranja, ocorrido em maio de 2024 em Marechal Deodoro. Há ainda suspeita de que o chefe do grupo tenha planejado a morte da própria ex-esposa.
Com base nas provas reunidas, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa continuará as apurações para identificar outros possíveis crimes ligados à organização.
Com informações da assessoria
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), por meio da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), deflagrou nesta segunda-feira (19) a Operação “Falso Consignado”, que resultou no desmantelamento de uma quadrilha especializada em fraudar empréstimos consignados na capital alagoana.
De acordo com as investigações, os criminosos usavam documentos falsificados para contratar empréstimos em nome de aposentados, esgotando a margem de crédito das vítimas. O grupo tinha como alvo principal idosos e chegou a movimentar valores milionários.
Na ação, foram cumpridos 15 mandados de busca em diversos bairros de Maceió, como Cidade Universitária, Santa Lúcia, São Jorge, Jacintinho e Feitosa. A polícia também prendeu preventivamente o líder da organização criminosa, que já estava detido no Presídio de Segurança Máxima por homicídio qualificado. Ele agora responde também por estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
As investigações apontam que o grupo operava de maneira hierárquica, com setores responsáveis por falsificação de documentos, captação de laranjas e criação de empresas de fachada. O dinheiro obtido era transferido rapidamente para diversas contas até chegar ao chefe ou a pessoas de sua confiança. Apenas em uma instituição financeira, o prejuízo identificado superou R$ 500 mil. No total, estima-se que os valores desviados ultrapassem R$ 8 milhões em menos de dois anos.
O líder do esquema já havia sido preso pela Polícia Federal por fraudes previdenciárias e, mesmo detido, conseguiu reorganizar a atuação do grupo. Parte dos investigados possui histórico de crimes semelhantes.
Além das fraudes financeiras, a polícia descobriu que a quadrilha também encomendava homicídios. Um dos casos investigados é o assassinato de uma mulher usada como laranja, ocorrido em maio de 2024 em Marechal Deodoro. Há ainda suspeita de que o chefe do grupo tenha planejado a morte da própria ex-esposa.
Com base nas provas reunidas, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa continuará as apurações para identificar outros possíveis crimes ligados à organização.
Com informações da assessoria