Publicado em 15/08/2025 às 19h40 • 1 min de leitura
Quem visitar Palmeira dos Índios entre 17 e 20 de agosto, durante o Festival de Inverno (FIPI), pode aproveitar para conhecer o Centro Cultural Ivan Barros. O espaço, inaugurado em janeiro de 2024, preserva e valoriza a história e a cultura do município.
Situado na Rua Otávio Cavalcante, no centro da cidade e próximo à programação do festival, o local foi criado pelo escritor e acadêmico Ivan Barros. O acervo inclui documentos raros, fotografias antigas e homenagens a nomes como Graciliano Ramos, Jofre Soares, Luiz Torres e Simão Dias, além de itens relacionados ao cangaço e à história política nacional.
Entre os destaques estão a coleção completa do jornal O Índio, a escritura de demarcação da Vila de Palmeira dos Índios, de 1822, e registros fotográficos que mostram a evolução da cidade ao longo do século passado.
O Centro funciona de segunda a domingo (exceto aos sábados), das 8h às 12h, e é aberto ao público. A visita oferece uma oportunidade de mergulhar na memória da “Princesa do Sertão” e conhecer de perto seu patrimônio cultural.
Quem visitar Palmeira dos Índios entre 17 e 20 de agosto, durante o Festival de Inverno (FIPI), pode aproveitar para conhecer o Centro Cultural Ivan Barros. O espaço, inaugurado em janeiro de 2024, preserva e valoriza a história e a cultura do município.
Situado na Rua Otávio Cavalcante, no centro da cidade e próximo à programação do festival, o local foi criado pelo escritor e acadêmico Ivan Barros. O acervo inclui documentos raros, fotografias antigas e homenagens a nomes como Graciliano Ramos, Jofre Soares, Luiz Torres e Simão Dias, além de itens relacionados ao cangaço e à história política nacional.
Entre os destaques estão a coleção completa do jornal O Índio, a escritura de demarcação da Vila de Palmeira dos Índios, de 1822, e registros fotográficos que mostram a evolução da cidade ao longo do século passado.
O Centro funciona de segunda a domingo (exceto aos sábados), das 8h às 12h, e é aberto ao público. A visita oferece uma oportunidade de mergulhar na memória da “Princesa do Sertão” e conhecer de perto seu patrimônio cultural.