Publicado em 15/08/2025 às 18h05 • 2 min de leitura
A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) negou, nesta sexta-feira (15), o recurso do presidente do Clube Sociedade Esportiva (CSE), José Barbosa da Silva, mantendo a suspensão da eleição presidencial da agremiação, que estava marcada para 18 de julho.
José Barbosa havia recorrido da decisão da 1ª Vara Cível de Palmeira dos Índios, que também havia suspendido a eleição do Conselho Fiscal realizada em 2 de junho. O dirigente alegava que a suspensão interfere na autonomia do clube e poderia gerar instabilidade administrativa.
A relatora do caso, juíza convocada Adriana Carla Feitosa Martins, ressaltou que a decisão de primeira instância se baseou em indícios de irregularidades, como eleições realizadas sem vacância do cargo e em desacordo com o Estatuto Social. O TJAL entendeu que não há prova de risco grave que justifique a reversão imediata da medida, e que autorizar o pleito agora poderia agravar a crise de legitimidade dentro do clube.
O CSE e as partes envolvidas foram intimados e poderão apresentar contrarrazões antes do julgamento final do mérito. A suspensão ocorre em meio a outros episódios que envolvem a atual gestão, incluindo disputas judiciais relacionadas a acusações de falsificação de assinatura por parte do atacante Ibson Melo.
A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) negou, nesta sexta-feira (15), o recurso do presidente do Clube Sociedade Esportiva (CSE), José Barbosa da Silva, mantendo a suspensão da eleição presidencial da agremiação, que estava marcada para 18 de julho.
José Barbosa havia recorrido da decisão da 1ª Vara Cível de Palmeira dos Índios, que também havia suspendido a eleição do Conselho Fiscal realizada em 2 de junho. O dirigente alegava que a suspensão interfere na autonomia do clube e poderia gerar instabilidade administrativa.
A relatora do caso, juíza convocada Adriana Carla Feitosa Martins, ressaltou que a decisão de primeira instância se baseou em indícios de irregularidades, como eleições realizadas sem vacância do cargo e em desacordo com o Estatuto Social. O TJAL entendeu que não há prova de risco grave que justifique a reversão imediata da medida, e que autorizar o pleito agora poderia agravar a crise de legitimidade dentro do clube.
O CSE e as partes envolvidas foram intimados e poderão apresentar contrarrazões antes do julgamento final do mérito. A suspensão ocorre em meio a outros episódios que envolvem a atual gestão, incluindo disputas judiciais relacionadas a acusações de falsificação de assinatura por parte do atacante Ibson Melo.